novembro 14, 2006
dezembro 5, 2006

A grande sensação de uma rádio, projetada para a comunidade, é possibilitar para as pessoas o poder que a voz (oratória) tem na transmissão: ações, idéias, mobilizações, e a amostra de uma outra realidade. O interessante é que a idéia de propagação das ondas do radio, o processo de “entrar e sair” das nossas casas sem nos darmos conta de todo poder que estas ondas têm.O fato é: que administra este envio de informações? Tanto no rádio como na tv, não é povo (ouvinte e telespectadores) que editam, decidem o que eles querem assistir ou ouvir. Se bem que o discurso de que: “quem faz a tv ou radio é a cabeça do povo” estamos esquecendo de um detalhe primário, a população (os que dão lucro as patrões do Brasil).

ESTA FOI MINHA IMPRESSÃO A RESPEITO DO SEMINARIO DE RADIO E EDUCAÇÃO.

A grande “sacada” de Moran é nos mostra que nem bem sabemos utilizar todos os recurso da TV e Vídeo e saltamos diretamente sem refletir para os palcos da Internet. Eu seria infeliz no meu comentário se falasse que todos nos somos “ignorantes” a respeito do uso correto e adequado das novas tecnologias (radio, tv, computador, Internet, ect)?

O que quero dizer é que apesar de estarmos rodeados (ou não) de tecnologias contemporâneas, não as utilizamos forma a nos propiciar prazer e facilidades. Não posso desconsiderar o fato de estamos na “sociedade da desinformação”, pois, nem todos têm acesso à verdadeira informação, de forma bastante proposital, mantendo a produção da alta tecnologia, nas mãos de uma elite que auto intitula-se “inteligente” enquanto, excluem-se os “burros” e meros apertadores de botões, cliques no mouse que respondem sempre: AMEM.

Seria esta a promoção de uma rede pela Internet?

Por que o conhecimento não chega ate o povo de forma limpa?

Outro ponto que não posso desconsiderar é o fato de estarmos produzindo conhecimento e não partilhando com a “verdadeira sociedade que nos banca” dentro das universidades publicas. Acredito sim na formação de uma rede prospera que traga resultados. A apesar deste texto estar no formato PRAGMATICO, temos que observar a existência de trabalhos interessantes que utilizam a Internet com mola propulsora, ou melhor, utilizam a inclusão como carro chefe das ações. Minha critica esta em como estes trabalhos estão sendo conduzidos. Aprofundando-me um pouco mais é notório em nossa faculdade não se ter um trabalho efetivo (trabalho que tenha efeito) no Tabuleiro Digital. O que quero dizer é que, não é que na exista trabalho, existe sim, porem falta pessoas para contribuírem na (re)construção de uma bela iniciativa de estar aliando acesso-inclusão-Faced-comunidade.

Acredito que não podemos espera da consciência de cada um e sim temos que dar nossa contribuição para a (re)educação de todos que utilizam da Internet com via de estudo, lazer, trabalho ou educação de forma mais especifica.

ESTA FOI MINHA IMPRESSÃO SOBRE O ULTIMO SEMINARIO.

1 Comentário

  1. yara barroso disse:

    é isso aí,Bruno.concordo plenamente com voce.

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